Não! Não estou indo embora e nem vou deixar esse blog de lado (já faço isso praticamente uns três meses), mas duas músicas com seus clipes tão perfeitinhos, me deixaram com vontade de mostrá-los aqui. Provavelmente muitos já devem ter visto (acredito), mas parece importante pra mim, mostrar aqui, quando as músicas viram favoritas, e ficam grudadas na minha cabeça.
sábado, 18 de maio de 2013
Coragem pra dizer tudo e simplicidade de ir embora
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Finale - Becca Fitzpatrick
Uma guerra prestes a eclodir entre anjos caídos e nefilins, e Nora está no centro dessa disputa, dividida nesse fogo cruzado.
Nora não é exatamente um exemplo de força, tudo bem que o que ela passou no último livro (Silêncio) não foi nada fácil e todo o desenrolar me deixou super aflita, mas agora em Finale, assim como imaginei que seria, o livro foi mais uma forma de prolongar a história sem necessidade.
Uma guerra estava pra acontecer, e ela foi sendo protelada capítulo por capítulo, criando detalhes e motivos pra a história render.
Não vou dizer que não gostei, porque afinal Patch estava lá, sempre muito interessante, inteligente, sagaz, meio bobo às vezes, mas é o Patch.
Algumas partes entre Scott, o cara que virou o melhor amigo da Nora, foram muito legais. É um personagem que não gostei tanto em Crescendo, mas em Finale confirmou o que já havia percebido em Silêncio, e se transformou em um personagem querido por mim.
Já Vee, mesmo não amando suas atitudes, depois de um tempo, começei a desconfiar que ela não era tudo que se mostrava pra Nora.
E Nora, às vezes irritante, por se deixar levar por seu ciúme e imaturidade, não enxergava algumas coisas e se deixava levar por suas emoções, achando uma coisa quando não era nada daquilo que ela pensava.
A partir do meio e mais pro final do livro, você junta as peças com facilidade e não é muito surpresa o que acontece.
Eu esperava mais cenas entre Nora e Patch, tipo MAIS cenas, vocês entendem? E isso ficou a desejar pra mim.
Mas eu gostei, fechou o ciclo, e achei fofo um certo detalhe do final, mas eu queria MAIS, mais como foi Sussurro e Silêncio, que são os meus favoritos da série.
P.S.: Não fiz resenha de Sussurro na época que li, porque fiquei tão louca pelo livro, que não consegui colocar em uma resenha o quanto eu gostei, apenas fiz um breve comentário neste post.
P.S.: Não fiz resenha de Sussurro na época que li, porque fiquei tão louca pelo livro, que não consegui colocar em uma resenha o quanto eu gostei, apenas fiz um breve comentário neste post.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
O que eu li, assisti e ouvi por esses dias IV
Na verdade "por esses dias" é uma delimitação de tempo muito pequena. Vou falar dos filmes que vi desde o início do ano, o que li (bem pouco), o que ouvi (tipo, viciante mesmo) e assim por diante. Vamos lá?
Na verdade o primeiro livro do ano foi O Mundo de Downton Abbey, e falei dele antes desta postagem. Depois, mais pro final de janeiro, li Avalon High da Meg Cabot. E nossa, como estou começando a não me animar com essas histórias, e isso não é muito legal de se dizer, vindo de uma autora que acompanho tem um tempo, mas seus livros são mais leves mesmo, puro entretenimento, e eu gosto sim, o problema que agora não estou gostando tanto, entende? Talvez Avalon não tenha sido assim tudo aquilo que eu queria. É divertido, fofo, típico da Meg, uma nova versão da lenda do rei Arthur, e eu esperava que a tensão caminhasse pra uma luta épica, mas não foi bem assim. Achei que faltaram algumas páginas pro livro me conquistar de vez. É, foi isso. Acho que faltou mais desenvolvimento e explicação do porquê do Will ser quem é, e mostrar o depois da descoberta. Acho que todo mundo que leu esse livro, esperava uma sequência que não veio até hoje. Na verdade existe um mangá, que eu li bem antes, mas até esqueci tudo que foi abordado, parecia mais adaptação do livro pro mundo dos quadrinhos.
O ano começou pra mim meio mais ou menos, e dai dou de cara com um filme que reflete pelo o que estava passando, e lembrei que tinha visto algo sobre esse filme e o livro no qual ele foi baseado, no blog Polaroid Wall. Um post tão lindo que eu reli e me convenceu a assistir esse filme sem pensar duas vezes (e mesmo antes de ler o livro).
Um garoto se sente depressivo e se interna por conta própria em um hospital pra essas questões psicológicas, e ele é assim, meio triste, meio feliz, mas na dele. E lá nesse hospital, ele vai conhecer pessoas bem diferentes e ao mesmo tempo, parecidas com ele. É bem simples, mas tão tocante e você precisa ser ao menos um pouco sensível pra gostar muito desse filme.
Paris-Manhattan é um filme francês, que eu não esperava gostar tanto. À primeira vista, imaginei que fosse um filme inglês. Li a sinopse, mas não me atentei aos detalhes técnicos, como diretor, roteirista, produtores, e tudo mais. Apenas comecei a ver e fui me identificando, achando engraçado o jeito atrapalhado e desencanado da Alice, que não quer saber de casar, apenas conversar e se apaixonar a cada dia por seu diretor favorito: Woody Allen. Ela tem um poster dele em seu quarto, e em alguns momentos ela conversa com ele (em inglês) e assim ela tenta convencer e curar as pessoas com os filmes dele. Ela é farmacêutica, e seu pai quer arranjar alguém pra ela, espalhando seu cartãozinho por ai, e do nada ela vai encontrar um cara (pra mim muito feio, mas como dizem: quem vê cara, não vê coração ou a beleza está nos olhos de quem vê) e vai ser hilário e meio exagerado tudo o que ela faz pra viver sua vida da melhor maneira possível. Não espere um filme excelente, mas engraçado na medida certa, e que me surpreendeu, MESMO.
Fui atrás de outro filme francês. Esse eu já queria assistir tem tempo, mas preguiça, sabe como é, domina, às vezes. O filme é baseado no livro homônimo, escrito por um francês que é um professor. No Brasil ficou conhecido como "Entre os muros da escola", e nos USA, como The Class. O filme parece mais um documentário. É tudo tão real, tão cruel, tão verdadeiro sobre a realidade da uma sala de aula no interior da França, com uma mistura de raças, preceitos e vidas, onde os não-atores fizeram um excelente trabalho. Acho que por isso tive a sensação de acompanhar um documentário real sobre essa turma.
Eu fiquei todo tempo esperando aquele final feliz, como aconteceu com Escritores da Liberdade, mas não espere isso, é baseado no livro do professor que viveu isso, então o diretor tentou capturar toda a essência da história da forma mais real possível, e conseguiu.
Mais um filme baseado em um livro. Uma Garrafa no mar de Gaza, como é conhecido aqui no Brasil (o livro tem a mesma capa do filme), é tão lindo. Não sei se o filme retratou exatamente como está no livro (aposto que não, e também li comentários a respeito que confirmam), mas o rumo que a história desses dois jovens tomou, separados por um mar, por uma guerra e por suas religiões, é tão bem contada... Gostei muito da coragem deles dois. De tentar arriscar mesmo correndo risco de vida. De tentar entender o lado do outro, de dialogar, de aproveitar essa juventude pra fazer a escolha que eles querem, não que os outros esperam. Muito bom!
Tessa está com leucemia. E ela desiste do tratamento, restando-lhe apenas aproveitar o pouco tempo que tem. Então ela conhece o Adam e esse garoto vai fazê-la se sentir mais feliz conforme esses dias tristes vão passando. No começo não é tão doloroso pra ela, mas depois que ela efetivamente desiste do tratamento, e as consequências vem a tona, ela vai sofrer, e vai tentar convencer o pai a arriscar com o pouco tempo que tem, vai sentir seu pequeno irmão tentando entender tudo, sua mãe fugindo dessa realidade, e sua melhor amiga passando por um momento que Tessa talvez não vá conseguir acompanhar até o final. A personagem é um pouco rebelde e revoltada com sua vida. O que é muito compreensivo, mas pense na tristeza que te invade? Então, eu chorei muito, muito mesmo! O filme é inglês, e o sotaque da Dakota Fanning ficou bem parecido. E o Jeremy Irvine que faz o Adam é lindo, lindo como um príncipe. Preciso assistir mais filmes com ele ;)
Restless (Inquietos no Brasil), é a tristeza retratada da forma mais doce e poética. Enoch é um jovem que perdeu seus pais em um acidente de carro, depois disso ele passa a acompanhar funerais, pois ele não pôde se despedir dos seus pais, pois estava em coma, então ele vai à funerais de desconhecidos e em um desses, ele conhece Annabel, uma jovem que adora desenhar e conhecer a vida dos pássaros, especialmente um que ela se identifica completamente. Enoch tem um melhor amigo invisível, e a forma como ele é representado no filme, sendo companheiro de Enoch, até o final emocionante e lindo, é triste e verdadeiro, mas uma amizade muito, muito real. Não vou falar da história de Annabel. Você precisa assistir e conhecer essa jovem e seu novo amigo Enoch, nesse mundo tão pequeno e curto pra jovens que sofrem essas doenças tão injustas.
Também assisti Um Ato de Liberdade, uma história real sobre três irmãos judeus que sofrem a terrível perseguição nazista. O filme é do mesmo diretor de Diamente de Sangue (filme INCRÍVEL) e O Último Samurai (nunca assisti).
O Clube dos Cinco é um filme que me perseguia. Vi referências a ele em alguns filmes, séries, e de tanta gente falar bem, fui atrás pra conferir. E gostei desses jovens que são tão iguais aos retratados hoje nos cinemas, que não vi tanta diferença se fosse pra comparar. Claro, tirando o fato do filme ser rodado em 85 e os recursos cinematográficos serem bem diferentes de hoje em dia, mas o enredo, o motivo dos cinco estarem em detenção, a identificação depois das brigas, as piadas, os trejeitos, tudo! Eu adorei! Muito bom.
Por último, vou falar do meu vício musical dos últimos tempos. Tentei ouvir outra coisa, mas não consegui. O álbum de estréia da Bridgit Mendler me persegue. E eu estou gostando TANTO de cada música. No início era uma ou outra, depois duas ou quatro, agora são TODAS! Todas as músicas tão ótimas pra mim. Sei que já falei dela aqui, mas precisava dizer o que eu ouvi "por esses dias" não é mesmo? ;)
Assinar:
Postagens (Atom)









